28.5.08

El juego de la memoria

Como podem outras pessoas
lembrar-nos as antigas
e ainda vivas, ah, tão vivas
na memória? E como pode
esta brincar com o agora,
ou dentro se joguete
do afora e suas intrigas?

As certezas, as apostas
de cada carta aberta, seguem
assim, caminhando glórias
perdidas, como o vem e vai
das respostas: insignificando-nos
enquanto significa a vida.

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Abril de 2008
(da série Poemas Porteños)


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A quem interessar:
fui citado no blog Hay Tomates,
como poeta da "geraçã0 00",
pela querida Carol :)

7 comentários:

Mi disse...

Gostei! Diferente de tudo o q já tinha lido seu. :)

Beto Mathos disse...

Breve, siencioso e lindo.

alex pinheiro disse...

Nem de física quântica dá pra explicar,,, rs

Abraços e porteñas invenções!

Dauri Batisti disse...

Cara amigo, você merece ser citado no Hay Tomates e muito mais.
Um abraço.

Aline Aimée disse...

pois é, como pode? parabéns pela citação no site!

Luiz com Z disse...

Esse ficou um tanto quanto hermético. Mas que você merece a citação, merece! :)

C. disse...

passando pra sentir o cheiro do jardim e, de quebra, regar mais um pouco =]
aliás, como pode um poema lembrar uma pessoa que lembra outras mais antigas...?

volto mais tarde
aqui sempre cheira bem!

um xêro =**