29.4.07

ORAÇÃO MARROM

Ao meu destino
que é te tocar
a pele, o pêlo
o íntimo
e te passar a limpo
dedico esse canto
ecumênico
eu que não sou nada
apenas teu
papel em branco
higiênico.

24 comentários:

Zaira Brilhante disse...

Adorei a poesia... :)

E desculpe, mas so agora reparei em como eh bonita a definicao do blog... "um céu para as idéias todas, coisinha à toa" simples e direto, e nem por isso menos belo...

Anne Baylor disse...

QUe perfeitinha..
Linda musiquinha para meus ouvidos..
Linda.
Linda.

Obrigada pela visitinha florida.

BJs

aNNaFLaVia disse...

Pow, que beleza!

Gostei muito, Leandro!!

Beijo!

Sandra Regina de Souza disse...

Lúdica e forte..poeticamente erótica... insinuante...ai... que bela composição..beijossss

Mônica Montone disse...

adoreeeeeeeei!!! adoro coisas que me surpreendem :o)

beijos e bom feriado

MM

wilson guanais disse...

vou levar mais poemas seus pra lá, posso?
abraço

Lunna disse...

primeira vez aqui... Gostei da sua poesia e das análises de aniversário também. Parabéns atrasado *rindo atoa hoje*.
Abraços

Leandro Jardim disse...

Sim, Wilson, claro que pode... será uma honra!

Ácido Poético disse...

Um papel em branco para escrever novas linhas de uma bela história. É Leandro, esse seu jardim realmente é muito bonito.
Um abraço
Brunø

Wilson Guanais disse...

levei pra lá o poema.
abraço

Lubi disse...

Uhauhauahauahuahuahauha!
:#

Olha. Adorei domingo receber torpedos seus. Muito, muito bom!

Obrigada.

Um beijo.

Carol Marossi disse...

Lê, eu gostei muito desse, mas cortaria o higiênico, ainda que com isso comprometesse a rima que você tanto gosta. É pela imagem mesmo: papel higiênico como chave numa poema tão bonitinho e romântico desses, sei não...[salvo se isso é pra dar sentido ao título, daí me calo e peço que desconsidere tudo].

Beijos,
Carol

Múcio Góes disse...

esse Leandro é um Jardim..

putz!

[]´s

Alê Namastê disse...

Ah! Manda pra mim em papel higiênico perfumado, viu?!
Rs!
Beijos*

Rayanne disse...

Eu ainda vejo a mistura
Desse café com leite
Explodindo em poema
De amor sorridente.

ahahaha. Cá e lá traduzidos.

***Estrelas divertidas***

Alê Namastê disse...

Estou te linkando, ok?!
Beijos

Carol Marossi disse...

Daerrr, agora entendi! Acho que meu senso de humor anda comprometido, é isso.

Beijinhos!

Octávio Roggiero Neto disse...

é, Jardim, às vezes o que sobra pra gente é esta função higiênica, mas tudo não passa de adubo para o sentimento maior que germina dentro em nós.

té mais ler, poeta!

Octávio Roggiero Neto disse...

leitura nº 2 (um poema de meu saudoso pai):

lodo

galeria de imagens, teu corpo flutua
feito dança, na magia da noite.
punhado de orvalho e de desejos,
calendário anônimo das últimas lendas,
trapezista das horas, recado e ausência,
canção e fogo, porto e exílio.
e eu, parte de teu lodo.

Octávio Roggiero Neto disse...

leitura nº3 (continuando a reticência do querido Múcio):
...e este Jardim é uma floresta de riqueza e proporção amazônicas, onde habitam sentimentos em extinção!

Lunna disse...

Seria está preciosidade para mim? Claro que não, mas e daí? A ilusão me abraça nesse primeiro minuto da madrugada e não penso em mais nada. Tudo se finda em mim e recomeça e termina. Ponto final.
Abraços na madrugada.

vanessa_fmc disse...

Você e suas analogias sempre tão supreendentes...rs... Linda a construção, conhecido o sentimento...rs... Beijo grande e parabéns pela sujeira tão limpinha!!!

Analuka disse...

Muito bom este jardim marrom, verde, chocolate... Gostei das sementes, e voltarei a pousar por aqui, para provar desta seiva. Abraço alado.

Antônio Alves disse...

Um poema deliciosamente nauseabundo. Parabéns!

Antônio Alves