5.5.07

TOMBO

levei um tombo
ao reler meu poema
quebrei o verso
no lugar errado
usei o braço
a evitar engessá-lo
mas seguiu meio mal
das pernas
e dolorido do tema

23 comentários:

cabidela digital disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
cabidela digital disse...

Poema é terreno instável,
Se a gente volta é inevitável
escorregar ou tropeçar.
Ou pior: cair e desatar a chorar.

aNNaFLaVia disse...

Se todo tombo fosse bonito assim, valeria a pena cair.

Beijo

moacircaetano disse...

Grande Jardim!
A parte do "vai ao alto, vai ao piso" é uma homenagem escancarada a um dos meus poemas preferidos!
Abraços!

Késia Maximiano disse...

não deixa kebrar novamente...

Marla de Queiroz disse...

a ,queda
a rasteira, do poema.
a quebra
o, caco de um, verso.

e essa teimosia de usar a vírgula
no lugar, errado pra ,causar efeito.

(Antes o poema tava tão perfeito!)

marilia disse...

olá,

gostei de seu blog, vou linkar. Belo poema.

ana rüsche disse...

amor!

adicionei o teu e-mail do yahoo e o do hotmail. se não rolar, me escreve!

beijinhos todos

vanessa_fmc disse...

O passado pode se mostrar
Um lugar um tanto inseguro
Não tente consertar
Mas se inspire para no futuro
Continuar a embelezar

Perfeito!

paulo vigu disse...

O poema aplica golpes. Quem quebra versos, de fato, pode cair. Mando-lhe gaze e esparadrapo, caso precise. Riodaqui.abraço

Silvia Chueire disse...

Leandro,

Obrigada. Pelas palavras. Pela presença lá.

Um abraço,

Silvia

rafaelnolli disse...

Fala, Leandro! Cara, essa luta com o poema, é uma coisa de outro mundo! As vezes saímos feridos, as verses é o verso! Muito bom esse poema metalinguístico! Dei um pulo no blog de sete cabeças, o espaço lá é muito legal!

Alê Namastê disse...

Melhoras!
Toma logo vitaminas de boas letras.
Beijos

Janaína Calaça disse...

Às vezes o poema sai aos tropeços, arranhando os joelhos pueris e a gente tenta limpar ou tenta curar a ferida que sempre se abre e que expõe o corpo. Poema que sai assim não mede as palavras, mas a vida é mesmo assim, construída nas incertezas, no chão movediço e não são raras às vezes que beijamos o chão entre as mais dramáticas quedas. Poemas assim são vida.

Beijos

Jana

Clóvis disse...

Disforme em pleno equilíbrio, cambaleando sobriamente, poetizando o que há de ser oscilação.

Mônica Montone disse...

As vezes eu também tropeço nos meus versos.......

beijos, dear

MM

ps: não tem como tirar essas malditas letrinhas anti-span, não? rs*...

moacircaetano, todo prosa! disse...

só não pode engessar! rs...

Monika disse...

Lindo texto, lindo mesmo menino!!
Bjão.Continue firme!!

Vinícius Lírio disse...

.

acho que nem hospital resolve ai...
talvez uma boa terapia. hauhuahua

abraço. bem bacana seu blog...

.

Luzzsh disse...

Ah, passa merthiolate! (é bom que nem arde mais! rs....)

Se machucou o poema, bem se vê que a Poesia em ti continua firme e inteira.

Beijin, Jardin.

Lubi disse...

Tenho adorado receber os poemas por e-mail.
Poesia quase sempre me clareia a visão. Tão bom isso.

Beijo.

Anne Baylor disse...

Quero cair assimm..
Belamente..
Poeticamente..
E todo machucadinho,
Vai virar poeminha...

Super bjo.

Lunna disse...

E as dores que seguem? Seriam pelo verso ou pelo braço?
Um abraço